Prefeitura não avança nas negociações e servidores da saúde decidem por indicativo de greve

Categoria luta pela implementação da isonomia do Programa Estratégia Saúde da Família

Em nova reunião realizada entre a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) e a direção do Sindicato dos Servidores Públicos Municipal de Curitiba (Sismuc) nesta segunda-feira (13), não houve avanço para a implementação da isonomia do programa Estratégia Saúde da Família (ESF). 

Desde as rodadas de negociação anteriores a gestão insiste na proposta de diminuição dos vencimentos de alguns trabalhadores para aumentar um pouco a remuneração da maioria. 

No encontro deste dia 13 o porta-voz do secretário municipal de educação Adriano Massuda solicitou mais 20 dias para apresentar a proposta sobre a isonomia na ESF, prazo que foi criticado pelo Sismuc. Após a reunião a categoria se reuniu na Assembleia da Saúde realizada na APP/Sindicato, em Curitiba, e optou pelo indicativo de greve. 

Uma nova assembleia poderá deflagrar a paralisação no dia 29. Os motivos do indicativo são, segundo o Sismuc, os adiamentos de prazos da prefeitura e a falta de compromisso no pagamento das gratificações referentes à ESF e o IDQ. 

Em reunião realizada entre as partes no último dia 3 Merougy Cavet, secretária de RH da prefeitura, se comprometeu a evitar o arrocho salarial. Ela prometeu solucionar a perda de até 10% do IDQ para quem já tem o vencimento maior que os novos pisos salariais aprovados em maio. No entanto, novos acordos ainda não foram firmados.

  • Fonte: Assessoria de Imprensa

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